terça-feira, 4 de dezembro de 2007

A Limpo

.
O que passou,
passou...
já não é.

Ao mesmo tempo
nunca deixa
de ter sido.

Sempre presente
e sempre
reescrito.
.

t.o.d.o . p.r.e.t.é.r.i.t.o . é . i.m.p.e.r.f.e.i.t.o

.

Somos nós
. . . . . . . . . . . .que, dia a dia,
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . passamos.

.

5 comentários:

  1. é por estas e por outras q o meu espaço fechou. eheheeh.
    não sei escrever assim.
    para mim está: SOBERBO!

    Ainda bem que escreves assim para eu poder ler.
    :)
    bj
    a.

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  2. O que passou não passou, está sempre passando e por isso não passa. Pois. Ah!

    Parabéns pela poesia,
    abz

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  3. Rodolfo, vc esta numa fase inspiradissima, só sai pérola!!

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  4. O concretismo simples - sem vaidades - me encanta.


    Rodolfo, há dois "anõnimos" lá no blog. Um está "a nosso favor", e comenta desde o início do blog - é português como o outro. Foi este, que se identificou com iniciais ao final do texto, que comentou no último post.

    Só para te esclarecer que há dois. Estou mesmo pensando em restringir os comentários. Você tem razão.

    Abraços, volte sempre!

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